Seguem os gráficos dos treinos de ontem e de terça-feira. Ontem, eu e George corremos debaixo do maior toró. O tênis inchou. Ficou uns 500g mais pesado. Falar em tênis, acho que vou correr a maratona de São Paulo com um inspire, da mizuno. O tênis é leve e tem bom amortecimento. Não tenho certeza entretanto se ele vai manter essas características por 42 KM. Pelo site da Procorrer, ele é específico para 10Km. Não sei por que concluíram isso.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Segredo da Felicidade

Um médico estava fazendo sua caminhada matinal quando viu uma velhinha sentada no degrau de sua varanda fumando um cigarro. Curioso, ele foi até ela e perguntou:
"Não pude deixar de notar como a senhora parece feliz! Qual o seu segredo?"
"Eu fumo 10 cigarros por dia", ela respondeu. "Antes de ir pra cama eu fumo um grande baseado. Fora isso, eu bebo uma garrafa de Jack Daniels toda semana e só como besteiras. Nos finais de semana, tomo pílulas, faço sexo e nao faço nenhum exercício fisico".
O médico espantando: "Isso é extraordinário! Quantos anos a senhora tem?"
"Trinta e quatro" ela respondeu
"Não pude deixar de notar como a senhora parece feliz! Qual o seu segredo?"
"Eu fumo 10 cigarros por dia", ela respondeu. "Antes de ir pra cama eu fumo um grande baseado. Fora isso, eu bebo uma garrafa de Jack Daniels toda semana e só como besteiras. Nos finais de semana, tomo pílulas, faço sexo e nao faço nenhum exercício fisico".
O médico espantando: "Isso é extraordinário! Quantos anos a senhora tem?"
"Trinta e quatro" ela respondeu
terça-feira, 19 de maio de 2009
Papo sobre corrida e blogueiros
A maratona de São Paulo está chegando. Semana passada, corri 13,5 Km na terça-feira, 15 Km na quinta e 21 Km no sábado. O ritmo diminuiu entretanto. Tenho um livrinho, em Inglês, “Daniels’ running formula”, onde se demonstra que a ocorrência de lesões relaciona-se de forma exponencial com a velocidade, ou seja, para baixas velocidades a probabilidade de ocorrer lesão é muito pequena; ao revés, para velocidades altas a probabilidade cresce assustadoramente (f(x)= e^x).
Esse papo tem a ver com a diminuição do ritmo. Não quero lesionar-me nesses próximos dias. Se bem que, nesses últimos anos, não tive nenhuma lesão séria. Aliás, de fato, nunca tive uma lesão séria, não obstante correr há bastante tempo. Acho que nunca ultrapassei os meus limites . . . o segredo, a meu ver, está nisso.
Tive grata surpresa ao receber comentários de Jorge Maratonista e de Eduardo Acácios sobre o blog. Faz tempo que acompanho o blog do Jorge. O cara é um agregador. Acho que todo blogueiro de corrida que se preza acompanha o seu blog.
Quanto ao Eduardo, identifiquei-me muito com o seu perfil, malgrado ser 10 anos mais velho. Gostei muito do seu blog. Pareceu-me muito bem estruturado e com postagens bem interessantes.
Pretendo correr ainda, antes da maratona de São Paulo, 15 Km na próxima quinta, 21 km no sábado e 10 Km na quarta-feira da próxima semana. Diminuirei a carga também na musculação. Espero fazer um tempo melhor do que fiz na maratona do Rio, ou seja, 4h21m.
No Rio, errei na estratégia. Comecei correndo a 5.30 min por km. Corri basicamente 25 km nesse ritmo. Quando peguei a ladeira de São Conrado (antes do Leblon), quebrei literalmente. Fiz o resto do percurso na “pura raça”.
Quero começar a de São Paulo em ritmo de tartaruga: de 6 a 6,5 mim por Km. Só vou aumentar o ritmo após uns 6 km ou mais. Baixar mesmo só nos 12 kms finais, se tiver gás . . . é claro.
Esse papo tem a ver com a diminuição do ritmo. Não quero lesionar-me nesses próximos dias. Se bem que, nesses últimos anos, não tive nenhuma lesão séria. Aliás, de fato, nunca tive uma lesão séria, não obstante correr há bastante tempo. Acho que nunca ultrapassei os meus limites . . . o segredo, a meu ver, está nisso.
Tive grata surpresa ao receber comentários de Jorge Maratonista e de Eduardo Acácios sobre o blog. Faz tempo que acompanho o blog do Jorge. O cara é um agregador. Acho que todo blogueiro de corrida que se preza acompanha o seu blog.
Quanto ao Eduardo, identifiquei-me muito com o seu perfil, malgrado ser 10 anos mais velho. Gostei muito do seu blog. Pareceu-me muito bem estruturado e com postagens bem interessantes.
Pretendo correr ainda, antes da maratona de São Paulo, 15 Km na próxima quinta, 21 km no sábado e 10 Km na quarta-feira da próxima semana. Diminuirei a carga também na musculação. Espero fazer um tempo melhor do que fiz na maratona do Rio, ou seja, 4h21m.
No Rio, errei na estratégia. Comecei correndo a 5.30 min por km. Corri basicamente 25 km nesse ritmo. Quando peguei a ladeira de São Conrado (antes do Leblon), quebrei literalmente. Fiz o resto do percurso na “pura raça”.
Quero começar a de São Paulo em ritmo de tartaruga: de 6 a 6,5 mim por Km. Só vou aumentar o ritmo após uns 6 km ou mais. Baixar mesmo só nos 12 kms finais, se tiver gás . . . é claro.
domingo, 3 de maio de 2009
Centro do Recife
Tenho andado meio distante do blog. É tanta coisa . . . Mas continuo correndo. Hoje corri 28 km (pela bicicleta de Felipe, nosso apoio, 30Km). Tempo: 2: 37 hs. George também correu.
Corremos pelo Recife. Aliás, nossos últimos longões foram pelo centro da cidade. Estamos treinando no asfalto visando à maratona de São Paulo, próximo dia 31. As passagens e o Hotel já foram pagos . . .
Acho que não correremos uma distância maior do que a de hoje, antes da maratona de São Paulo. Agora é só “polir”, não há mais o que fazer.
Seguem as fotos do Percurso e dos “atletas”. Felipe, dessa vez, não foi muito feliz na escolha das paisagens . . .
Pra não perder o hábito, transcrevo algumas passagens de um livrinho que estou lendo: “A conquista da Felicidade”, de Bertrand Russel:
O sábio só pensa em seus problemas quando existe algum sentido em fazê-lo; no restante do tempo pensa em outras coisas e, à noite, na cama, em nada pensa.
É espantoso o quanto homens e mulheres podem aumentar a felicidade e a eficiência cultivando uma mente ordenada, que pense de maneira adequada nas horas certas e não inadequadamente a todo momento. Quando temos que tomar uma decisão difícil ou preocupante, de posse de todos os dados disponíveis, devemos pensar na questão da melhor maneira possível para resolvê-la e tomar decisão. Feito isso, não temos que voltar ao assunto, a menos que surja um dado novo. Nada é mais tão extenuante e estéril que a indecisão.
O que fazemos não é assim tão importante quanto julgamos.
Na vida moderna, o tipo de fadiga que importa é sempre emocional; a fadiga puramente intelectual e a fadiga puramente muscular resolvem-se com o sono.


Corremos pelo Recife. Aliás, nossos últimos longões foram pelo centro da cidade. Estamos treinando no asfalto visando à maratona de São Paulo, próximo dia 31. As passagens e o Hotel já foram pagos . . .
Acho que não correremos uma distância maior do que a de hoje, antes da maratona de São Paulo. Agora é só “polir”, não há mais o que fazer.
Seguem as fotos do Percurso e dos “atletas”. Felipe, dessa vez, não foi muito feliz na escolha das paisagens . . .
Pra não perder o hábito, transcrevo algumas passagens de um livrinho que estou lendo: “A conquista da Felicidade”, de Bertrand Russel:
O sábio só pensa em seus problemas quando existe algum sentido em fazê-lo; no restante do tempo pensa em outras coisas e, à noite, na cama, em nada pensa.
É espantoso o quanto homens e mulheres podem aumentar a felicidade e a eficiência cultivando uma mente ordenada, que pense de maneira adequada nas horas certas e não inadequadamente a todo momento. Quando temos que tomar uma decisão difícil ou preocupante, de posse de todos os dados disponíveis, devemos pensar na questão da melhor maneira possível para resolvê-la e tomar decisão. Feito isso, não temos que voltar ao assunto, a menos que surja um dado novo. Nada é mais tão extenuante e estéril que a indecisão.
O que fazemos não é assim tão importante quanto julgamos.
Na vida moderna, o tipo de fadiga que importa é sempre emocional; a fadiga puramente intelectual e a fadiga puramente muscular resolvem-se com o sono.

quinta-feira, 16 de abril de 2009
Filé montmartre
Corri 27 Km, sábado passado. Hoje, corri 15 Km. George também correu.
Depois do “longão” do sábado, fui almoçar no Shopping Plaza. Escolhi o Bonaparte. O cardápio foi-me oferecido com desdém. Escolhi pela foto: quero esse aqui, filé “montmartre”. Indagou-se: e os acompanhamentos? O senhor tem direito a três. Quero esse macarrão fininho da foto, batata frita e molho de espinafre.
O senhor quis dizer “fettuccine” ? Não, escolhi o macarraozinho da foto. Estranhou-se.
Brasileiro tem mania de “internacionalizar” os nomes dos pratos e das comidas. É fettuccine, bruschetta (eu disse bruschetta), panettone, strogonoff etc. É chique, acho até que a comida fica mais gostosa!
Logo comigo, acostumado a comer sarapatel com inhame em banco de feira do interior. Não cola.
E a madame puxou a orelha da doméstica porque ela subiu pelo elevador social. É coisa da descendência holandesa, que afeta a maioria do “high society” recifence.
E Graciliano Ramos sapeca em vidas secas: Agachou-se, atiçou o fogo, apanhou uma brasa com a colher, acendeu o cachimbo, pôs-se a chupar o canudo de taquari cheio de sarro. Jogou longe uma cusparada, que passou por cima da janela e foi cair no terreiro. Preparou-se para cuspir novamente. Por uma extravagante associação, relacionou esse ato com a lembrança da cama (. . .) Isto lhe sugeriu duas imagens quase simultâneas, que se confundiram e neutralizaram: panelas e bebedouros. Encostou o fura-bolos à testa, indecisa. Em que estava pensando? Olhou o chão, concentrada, procurando recordar-se, viu os pés chatos, largos, os dedos separados. De repente as duas idéias voltaram: o bebedouro secava, a panela não tinha sido temperada.
Pela mesma associação extravagante de sinhá Vitória, lembrei-me de uma façanha.
Logo após concluir o curso de engenharia, fui trabalhar em Salgueiro-PE. Depois de um cansativo dia de trabalho, fui tomar um “caldo de mocotó” numa barraca de feira. A higiene não era lá essa coisa, mas a fome era enorme.
O caldo fumegante; iniciei a saciação. De repente, um besouro maligno frecherou no prato. Instintivamente, joguei-o longe e continuei a sorvedura. Uma delícia!
Conversa puxa conversa. Lembrei-me de lingüiça. Da piada da lingüiça.
Contam que um bem sucedido fabricante de lingüiça vivia às turras com o filho adolescente. O sujeito não queria nada com a vida.
Certo dia, o empresário teve a idéia de levar o preguiçoso para inteirar-se do funcionamento da fábrica:
__ Filho, tá vendo isso aqui? Tira o couro do animal. E isso aqui? Tira os ossos. Já essa máquina, essa máquina é uma maravilha: pode-se dizer, coloca-se o animal de um lado, do outro sai a salsicha.
O filho abasbacado. O pai empolgou-se: __ vou te confidenciar filho, às vezes a salsicha é de jumento.
O adolescente não se conteve: __ Paié, se se coloca o jumento de uma lado da máquina e sai salsicha do outro, será que se colocarmos a salsicha deste lado sairá jumento pelo outro?
De chofre, cuspiu-se a resposta: __ o único lugar em que coloquei uma salsicha e saiu um jumento foi na tua mãe.
Mudando de assunto, publico os gráficos das corridas.
Depois do “longão” do sábado, fui almoçar no Shopping Plaza. Escolhi o Bonaparte. O cardápio foi-me oferecido com desdém. Escolhi pela foto: quero esse aqui, filé “montmartre”. Indagou-se: e os acompanhamentos? O senhor tem direito a três. Quero esse macarrão fininho da foto, batata frita e molho de espinafre.
O senhor quis dizer “fettuccine” ? Não, escolhi o macarraozinho da foto. Estranhou-se.
Brasileiro tem mania de “internacionalizar” os nomes dos pratos e das comidas. É fettuccine, bruschetta (eu disse bruschetta), panettone, strogonoff etc. É chique, acho até que a comida fica mais gostosa!
Logo comigo, acostumado a comer sarapatel com inhame em banco de feira do interior. Não cola.
E a madame puxou a orelha da doméstica porque ela subiu pelo elevador social. É coisa da descendência holandesa, que afeta a maioria do “high society” recifence.
E Graciliano Ramos sapeca em vidas secas: Agachou-se, atiçou o fogo, apanhou uma brasa com a colher, acendeu o cachimbo, pôs-se a chupar o canudo de taquari cheio de sarro. Jogou longe uma cusparada, que passou por cima da janela e foi cair no terreiro. Preparou-se para cuspir novamente. Por uma extravagante associação, relacionou esse ato com a lembrança da cama (. . .) Isto lhe sugeriu duas imagens quase simultâneas, que se confundiram e neutralizaram: panelas e bebedouros. Encostou o fura-bolos à testa, indecisa. Em que estava pensando? Olhou o chão, concentrada, procurando recordar-se, viu os pés chatos, largos, os dedos separados. De repente as duas idéias voltaram: o bebedouro secava, a panela não tinha sido temperada.
Pela mesma associação extravagante de sinhá Vitória, lembrei-me de uma façanha.
Logo após concluir o curso de engenharia, fui trabalhar em Salgueiro-PE. Depois de um cansativo dia de trabalho, fui tomar um “caldo de mocotó” numa barraca de feira. A higiene não era lá essa coisa, mas a fome era enorme.
O caldo fumegante; iniciei a saciação. De repente, um besouro maligno frecherou no prato. Instintivamente, joguei-o longe e continuei a sorvedura. Uma delícia!
Conversa puxa conversa. Lembrei-me de lingüiça. Da piada da lingüiça.
Contam que um bem sucedido fabricante de lingüiça vivia às turras com o filho adolescente. O sujeito não queria nada com a vida.
Certo dia, o empresário teve a idéia de levar o preguiçoso para inteirar-se do funcionamento da fábrica:
__ Filho, tá vendo isso aqui? Tira o couro do animal. E isso aqui? Tira os ossos. Já essa máquina, essa máquina é uma maravilha: pode-se dizer, coloca-se o animal de um lado, do outro sai a salsicha.
O filho abasbacado. O pai empolgou-se: __ vou te confidenciar filho, às vezes a salsicha é de jumento.
O adolescente não se conteve: __ Paié, se se coloca o jumento de uma lado da máquina e sai salsicha do outro, será que se colocarmos a salsicha deste lado sairá jumento pelo outro?
De chofre, cuspiu-se a resposta: __ o único lugar em que coloquei uma salsicha e saiu um jumento foi na tua mãe.
Mudando de assunto, publico os gráficos das corridas.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Mole!
E o sujeito abufelou-se: essa gordinha hoje não me escapa. Duas horas e meia na boate. A magrinha com o amigo. Conversa aos montes. Sabes que sou metedor? Assustou. Transo até cinco horas seguidas. Esquimó. Uísque rolando. Cigarro.
Mulher pra agüentar a mim tem que ter peito. Silêncio.
Jardim de Alá. Motel ao ar livre. Dificuldade. Penetração.
Já acabou? Já. Mas acabou de entrar. Decepção.
Conversa mole . . .
Mulher pra agüentar a mim tem que ter peito. Silêncio.
Jardim de Alá. Motel ao ar livre. Dificuldade. Penetração.
Já acabou? Já. Mas acabou de entrar. Decepção.
Conversa mole . . .
terça-feira, 7 de abril de 2009
Corridas Brennand!
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