domingo, 21 de março de 2010

E os treinos continuam!

E os treinos continuam. Seguem os links para o Garmin Connect.
Garmin Connect - Detalhes de Actividade para Chácara Ana Beatriz - caminho Guadalarrara - 25 KM
Garmin Connect - Detalhes de Actividade para Plataforma - Brannad 12 Km
Garmin Connect - Detalhes de Actividade para Plataforma - Br232 13,5 Km
No longão do domingo, a freqüência ultrapassou os 170 bpm à conta de uma maldita ladeira de mais ou menos uns dois Km. Preocupa-me muito o aumento da freqüência. Cuido para que ela não ultrapasse o meu limite máximo, que gira em torno de 175 bpm. Isso porque penso de forma determinística: Ora, se o coração é uma bomba, a “rotação” não deve ultrapassar o número de giros concernente à “Potência”. É evidente meu caro Watson!

De maneira que, quando não há condicionamento (potência), não adianta insistir, pois que a “bomba” pode danificar.

Recentemente, lendo o blog de uma capixaba, acho que é o seguinte: www.futuramaratonista.blogspot.com, vi que a blogueira tá treinando tiros em que a sua freqüência ultrapassa os 220 bpm, malgrado ser iniciante em corridas. Loucura! Ela está fazendo um mal enorme a sua saúde. Tentei deixar um comentário, mas não consegui. O interessante é que o seu treinador a elogiou bastante pela façanha.

Não levo ao pé da letra nada do que leio. Aprendi isso com a professora de TGE, no curso de Direito. Não obstante, li uma reportagem na Sport Life __ revistinha, inclusive, muito vagabunda __ que acho muito convincente, ei-la:

A IMPORTÂNCIA DA TAXA DE RECUPERAÇÃO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA.
A recuperação da freqüência cardíaca é um bom indicativo de se o coração consegue se recobrar do esforço, da sua aptidão aeróbia e de se está treinando corretamente ou expondo o seu corpo a um estímulo maior do que ele é capaz de agüentar. Para saber a sua taxa de recuperação, basta medir os batimentos cardíacos logo após do treino e, novamente, 1 min depois. A diferença entre os dois valores é o índice de recuperação. Não há um número padrão que se possa considerar como referência, pois há corredores que têm a freqüência cardíaca máxima de 200 e outros, no mesmo ritmo, têm a máxima de 170.

Taxa de recuperação/Comentário
20 batimentos ou menos
Você está treinando mais forte do que o corpo consegue assimilar ou estar em overtrainig
21 a 25 batimentos
Baixo grau de assimilação do treino
26 a 30 batimentos
Treinamento adequado
Mais de 45 batimentos
Aumente a intensidade de treino

Toda vez que ultrapasso o meu limite, a taxa de recuperação fica abaixo de vinte batimentos. É tiro e queda. Sugiro que façam esse teste.
Pra não ficar só na palavra, essa fria unidade da língua escrita, seguem fotos do treino de domingo passado (eu e o mestre George):



Hoje participei da 7ª edição da Corrida das Pontes. Saí entretanto de Casa Forte. Veja os percursos nos links a seguir:
Garmin Connect - Detalhes de Actividade para Casa Forte - Marco Zero
Garmin Connect - Detalhes de Actividade para Corrida das Pontes

sexta-feira, 12 de março de 2010

Volta!

Ufa! De volta ao blog, após três meses de ausência. Curei-me da maldita dor na panturrilha, que me acompanhava havia alguns meses. Já fiz a inscrição para a Maratona de São Paulo, dia 02 de maio.

Treinando 3 vezes por semana. Agora os registros vão para o Garmin Connect, vejam alguns treinos nos links a seguir:
Garmin Connect - Detalhes de Actividade para Plataforma - BR232 13,5KM
Garmin Connect - Detalhes de Actividade para Plataforma-Brennand 12 km
Garmin Connect - Detalhes de Actividade para Cidade Universitária - Br232
Troquei de Motocicleta. Agora, me aventuro numa 650 cilindradas: a ER-6n da Kawasaki, vejam a foto.

Leitura de menos. Reli São Bernardo, de Graciliano Ramos. Encarando “A guerra está entre nós”, de Marques Rebello.
Morri de rir com um e-mail que me mandaram. Escutem:

domingo, 8 de novembro de 2009

Essência!

E não esqueço a panturilha. Agora a da perna esquerda. É mole?
Mesmo assim, corri meia maratona nos últimos dois domingos. É ter calma . . .e perder peso!

Falando sobre essência:

O AMOR NÃO ACABA, NÓS É QUE MUDAMOS
Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?
O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são substituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.
Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.
O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice.
Paixão termina, amor não.
Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaço enguanto for bem vindo.

Acho que a autora está mais ou menos certa. E que história é essa? Mais ou menos? Pois é. Mais ou menos. De maneira que estou “puto” com os petistas. São radicais, inflexíveis, donos da verdade, malgrado escrotos e ladrões. Não quer dizer que não vá votar na candidata do Lula: se ele escolher uma cachorra (animal irracional), voto nela.

Leiam o “caso dos exploradores de caverna”, e concordem comigo. A mim me basta a experiência de vida.

Seguem fotos dos incansáveis: eu e George. Ao fundo, a pista de Cooper da UFPE, donde partimos, algumas vezes, rumo ao “primeiro mundo” dos Brennand.


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Felicidade!

Não deixei de correr. Diminui o volume. Estou correndo, em média, 35 Km por semana. Vou aumentando aos poucos, até a próxima maratona . . . E me perguntaram se eu era feliz. Hesitei. Questionei de forma filosófica: o que é felicidade? Confundi.

Vejam o texto que extraí de um blog:

O que é Felicidade?

Enigma que desde sempre inquieta a humanidade.

Segundo Daniel Gilbert, professor de psicologia da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que estuda a felicidade há mais de duas décadas, conceitua a sensação de bem-estar: “É difícil dizer o que é, mas sei quando eu a vejo. É simplesmente se sentir bem”. Em suas pesquisas e livros sobre o tema, Gilbert mostra o que teimamos em não perceber no dia-a-dia: a felicidade não é uma sensação eterna, é um estado de êxtase, daqueles que se atingem nos momentos de extremo prazer.

Estar feliz ou triste é um ir e vir. Apesar de difíceis, os processos de infelicidade também funcionam como um momento para amadurecer, pensar e repensar as atitudes, os projectos.

Não há respostas concretas mas há pistas do que leva até ela. O filósofo grego Aristóteles afirmava, há mais de 2 mil anos, que a felicidade se atinge pelo exercício da virtude e não da posse.

Segundo o psicólogo israelita Daniel Kahneman, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos, passamos a julgar nossa felicidade não pela situação actual, mas pela perspectiva de melhorar de vida no futuro. A conclusão de Kahneman faz parte de um estudo feito nos últimos anos sobre o modo de viver dos americanos. Há meio século, o sonho de uma família de classe média era ter a casa própria, um carro na garagem e pelo menos um filho na universidade. Os dados mostram que o sonho americano se transformou em realidade. E, apesar de alcançar seus objectivos, esse povo não se considera satisfeito ou feliz.

A felicidade não é permanente porque não dá para estar bem o tempo todo. Mas também não precisa ser uma eterna projecção.

Dicas para felicidade

• Aprenda a viver aqui e agora.
• Valorize o aspecto positivo.
• Redescubra a sua própria inocência.
• Conceda-se pequenos prazeres.
• Deixe agir o seu instinto.
• Fotografe seus momentos felizes.
• Respire profundamente, faça exercícios e cuide da saúde
• Use a criatividade
•Deixe fluir a sua energia interior.
•Ouse

A alegria de viver

É compreender que dentro de nós próprios, no profundo há uma inteligência enorme, simples, natural que sabe sempre o que fazer e onde nos levar. Trata-se de não bloqueá-la, mas sim deixá-la fluir, para que nos indique o caminho.

Ao ouvirmos e acolhermos tudo o que surge em nós: tristeza, alegria, coisas boas ou más, bonitas ou feias, sem preconceitos, sem bloqueios e sem nos opormos, descobriremos o contacto com o nosso espaço interior e com a nossa essência.

Observar os incômodos e as inquietudes que invadem o nosso espaço interior e acolher tudo o que é nosso, o que gostamos e o que não gostamos é a via mestra para estarmos bem com nós próprios.

Nos aceitarmos e deixarmos a nossa essência nos guiar, a desabrochar e a realizar o nosso caminho sem esforços e sem guerras interiores pela vida.

domingo, 20 de setembro de 2009

Maconheiros!

Virou moda. Toda semana um ator da rede Globo se revela “ex-viciado”. A bola da vez: Fernandinha Montenegro (Revista “Isto é”).

Hipócritas. São todos hipócritas. Qualquer probleminha de “merda”, verbi gratia, o fim de um relacionamento, uma discussão familiar, uma decepção no trabalho, e coisitas afins, afundam na maconha e na cocaína. Passam um mês numa clínica e voltam garbosos, com a maior naturalidade, propalando a façanha. E o povo engole, elogia, acha o máximo.

Essa “elitezinha” de merda deveria ser banida dos meios de comunicação, no mínimo.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Lugar-comum

Ando meio distante do blog. Tenho corrido pouco, à conta da dor na panturilha. Vou voltar. Mas não como antes. O meu foco, de agora por diante, vai ser o controle da freqüência cardíaca. Vou tentar não me desviar disso. Com certeza, colherei melhores resultados, especialmente quanto à saúde.

Mudando de assunto, estou lendo “lugares comuns”, de Fernando Sabino. Vocês sabem o que é um lugar-comum? Vejam o que diz o escritor:

Quando um substantivo e um adjetivo aparecem sempre juntos acabam formando um lugar-comum.

Lugar-comum. Aqui, o substantivo juntou-se ao adjetivo para formar uma terceira palavra, dar nome a alguma coisa mais. Alguma coisa comum, ou seja, trivial, batida, vulgar, ordinária como expressão de uma idéia, e que tanto pode assumir a forma verbal, como a de certas atitudes intenções e mesmo objetos em determinadas circunstâncias.

Determinadas circunstâncias, por exemplo, é um lugar-comum.

A existência do lugar-comum depende, pois, da idéia que pretende exprimir; a trivialidade nasce da sua repetição. “A Última Ceia” de Leonardo da Vinci não é trivial, mas sua reprodução numa sala de jantar é um lugar-comum. Já o pingüim de louça em cima da geladeira invade o domínio do Kitsch: o lugar-comum como pseudo-arte, na forma de objeto ou estilo de mau gosto.

(. . .)

O Homem é um animal racional, embora não pareça. Não há criança que, na escola, não tenha achado graça ao aprender isto, divertindo-se com os colegas: seu pai é um animal, dizem uns para os outros.

Mas a criança é o pai do homem, se me permitem este lugar-comum que Wordsworth inventou. Antes de se saber animal e filho de animal, já se sabe usar a razão que Deus lhe deu, segundo a qual as palavras têm um significado concreto e definido, que pode ser colhido nos dicionários, servindo para designar exatamente aquilo para o qual foram criadas. Em conseqüência, os mistérios da linguagem figurada escapam de muito à tão apregoada imaginação infantil.

Para as crianças, nada existe senão ao pé da letra __ e não duvido que, diante desta expressão, pensassem logo numa letra com pés, dedos, unhas e sapatos. Ir num pé e voltar noutro, por exemplo, para o menino que fui, era uma façanha tão difícil como sair pela rua pulando numa perna só, depressa para atender a urgência contida na ordem de minha mãe.

Assim também, meu pai mandar que o empregado desse um pulo na cidade me parecia uma ordem extravagante, como ordenar que o pobre homem fosse até o centro da cidade, juntasse as pernas, desse um pulo no ar diante dos transeuntes e voltasse para casa. Nunca me conformei com a idéia de virar um palito se comesse pouco ao jantar, de virar uma bola se comesse muito e, em ambas as hipóteses, ficar de cara amarrada porque não queria obedecer. Amarrar a cara evidentemente só seria possível com auxílio de cordas, e se nela houvesse um só pingo de vergonha, ela me escorreria pelo rosto como uma lágrima até pingar no chão.

Mas a fé removia montanhas __ o que bastava para fazer desaparecer o morro atrás do qual o sol se escondia. Um dia ouvi uma visita dizer que tinha feito das tripas coração, o que constitui um sério abalo para as minhas ainda confusas noções de anatomia. Ficar com o coração na mão era coisa que só muito mais tarde vim a entender __ e reconheço que, desde então, isso passou a me acontecer com alguma freqüência.

Começa a penetrar os mistérios da linguagem figurada e ia ingressando, submisso, no mundo convencional que me deixavam como herança. Idéias que só se impõem pelo fato de ser repetidas; hábitos que se formam pelo fato de ser impostos; palavras cuja significação original há muito se perdeu e que são usadas como rebanhos pacíficos. Gestos de valor convencionado como o das moedas, para o comércio da convivência.

Um dia descobriria com espanto uma simples verdade, como o céu é azul, o oceano é imenso, a noite é bela. E o céu passava a ser azul só para mim, o oceano imenso porque eu o queria assim, a noite era a mais bela que o dia porque era só minha, de mais ninguém. As idéias herdadas iam sendo reaprendidas, iam sendo desenterradas do lugar comum como uma recriação. Era o que eu precisava para me tornar escritor.

Escrever bem não é repetir o que já foi bem escrito: é revalorizar os meios de expressão, juntar ou separar palavras para fazê-las reagir, servir-se do que já foi dito para dizer pela primeira vez. Como fez Gide, ao confessar: “Os extremos me tocam.” Como fez Machado de Assis, ao dizer que “o major chovia a cântaros”. Como fez Mário de Andrade, exclamando: “Amar sem ser amado, ora pinhões!” É preciso reabilitar para a literatura as idéias cuja expressão a frase feita consumiu. Surpreender o lugar-comum como a um inimigo a libertar a verdade que possa encerrar. Usar esta verdade na descoberta de outras que um dia venham a ser lugar-comum.





sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O tempo e o rio!

Depois de 12 sessões de fisioterapia, muito descanso, 1kg mais gordo, voltei a correr, mas em ritmo lento, passo de tartaruga. O jeito é esperar, dar um “tempo”.

O tempo resolve com efeito quase todas as dores, seja da alma ou do corpo (considerando-os dissociados). Não obstante, não se pode dizer efetivamente que ele exista. O problema é que o passado não está mais aqui, o futuro ainda não chegou e o presente voa tão rápido que parece não ter extensão alguma.
Vejam excelente estudo sobre o tempo no site: http://www.cepa.if.usp.br/e-fisica/mecanica/curioso/cap03/cap3framebaixo.php. Ainda sobre o assunto, e em complemento ao post anterior, vale a pena ver o vídeo abaixo:




Deixando as questões filosóficas de lado, o trânsito do Recife está infernal. Isso era previsível, pois que é impossível contrariar a lei de que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. É elementar meu caro Watson! Enquanto a quantidade de carros circulando aumenta a cada dia, as ruas permanecem as mesmas, e mais esburacadas.

Cidade entrecortada por rios, a “Veneza Brasileira” não utiliza a via aquática para transporte, por que será?

Para se ter uma idéia, vejam as fotos:





















E em São Vicente Férrer, cidade do interior de Pernambuco, houve concurso para eleger a mulher mais feia. A imprensa fez presença. O repórter entrevistou a ganhadora:
-- Por que a senhora decidiu participar do evento?
-- Bem, eu estava jantando com o meu marido e ouvimos a notícia no Rádio, no que ele sugeriu: “vai mulher que tu ganha”.
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