Pesquisando na internet, garimpei o seguinte:










Cedi à fisioterapia. Não adianta insistir: ou se dá um tempo, faz fisioterapia e fortalece o músculo lesionado ou se submete a correr com dor por muito tempo. Escolhi a primeira opção. Depois de 4 sessões, e muito descanso, estou praticamente curado. Aplicaram-se as seguintes técnicas curativas:
Ultra-som:
O ultra-som é a aplicação terapêutica de ondas sonoras não audíveis pelo ouvido humano, geralmente acima de 17.000HZ. Essas ondas promovem uma vibração muito rápida nos tecidos causando um calor profundo. Esse calor aumenta a mobilidade da articulação, analgesia, aumenta o fluxo sanguíneo no local, acelera o processo inflamatório e reduz o espasmo muscular.
O tempo de aplicação é de 5 a 10 minutos, variando de acordo com o tamanho da área lesionada.
É indicado para casos de tendinites, bursites, quadros dolorosos, entorses, lesões musculares e processos inflamatórios.
A aplicação do ultra-som é contra-indicada em: globo ocular, útero grávido, medula espinhal, coração, próteses metálicas e osteoporose.
Ondas Curtas:
É um aquecimento muito profundo. A dosagem é feita através da sensação do paciente de claro agradável na região da aplicação.
O tempo de aplicação pode variar de 15 a 30 minutos. O paciente deve retirar todos os objetos metálicos do corpo, pois eles podem aquecer e queimar o paciente.
É contra-indicado para pacientes portadores de implantes metálicos, dispositivos eletrônicos, marca-passos cardíacos e gestantes.
TENS:
TENS (Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea). É uma corrente elétrica que estimula os nervos periféricos através de eletrodos acoplados à pele. Essa técnica já é usada no tratamento da dor desde o final da década de 60.
O Tens estimula o sistema supressor da dor, porém como isso acontece, ainda não foi completamente esclarecido, sabe-se que essa estimulação inibe a transmissão dos impulsos dolorosos, que partem da região lesionada para o cérebro.
O principal objetivo do TENS é o alívio da dor, pois permite que o paciente, sem dor, atue mais ativamente na reabilitação, acelerando o processo. O TENS também pode ser usado para controle e/ou diminuição de edemas.
É contra-indicado em pacientes com marca-passos (se o marca-passo tiver a freqüência fixa não tem contra-indicação), em gestantes e pacientes que tenham a sensibilidade alterada.
Em 10% dos casos, há agravamento da dor pelo uso do TENS, o fisioterapeuta deve ser avisado, pois basta alterar a freqüência do estímulo.
Como prometi, segue a foto da moto. Parece uma Harley-davidson, não é?
Estou lesionado desde a meia maratona do Recife. Mais uma vez, a bendita panturrilha. Atribuo o incômodo à malhação sem o devido relaxamento posterior. Como se sabe, os músculos da área são pouco irrigados, de modo que é fundamental alongar ou trotar leve logo após a prática esportiva, particularidade que olvidei.
'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,
a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'
"...a vida, Senhor Visconde, é um pisca - pisca.
A gente nasce, isto é, começa a piscar.
Quem pára de piscar, chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos - viver é isso.
É um dorme-e-acorda, dorme-e-acorda, até que dorme e não acorda mais.
A vida das gentes neste mundo, senhor sabugo, é isso.Um rosário de piscadas.
Cada pisco é um dia.
pisca e mama;
pisca e anda;
pisca e brinca;
pisca e estuda;
pisca e ama;
pisca e cria filhos;
pisca e geme os reumatismos;
por fim, pisca pela última vez e morre.
- E depois que morre - perguntou o Visconde.
- Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?"
Percebe-se que se fala da mesma coisa. Monteiro antes de Quintana. Não se pode dizer, efetivamente, que este tenha copiado aquele. A utilização da idéia de um autor por outro todavia não é incomun. Eu mesmo, na minha insignificância de leitor esporádico, já percebi algumas cópias. E olha que feitas por escritores que são ícones da literatura mundial, como é o caso de Machado de Assis (a constatação, diga-se de passagem, foi-me induzida). Basta ler “A vida e as opiniões do cavalheiro Tristam Shandy”, de Laurence Sterne, e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado.
Fato interessante é que a maioria dos escritores nacionais traduziu obras de grandes escritores alienígenas. Machado mesmo traduziu “Trabalhadores do Mar”, de Victor Hugo. Quintana traduziu Marcel Proust. Raquel de Queiroz, Clarice Lispector, Antônio Houais, etc. São muitos. É indiscutível, a atividade de traduzir faz com que haja a incorporação do estilo do autor. Não é por isso que há de negar-se a genialidade de nossos escritores.
Em tempo: "Levantar a lebre."
Metáfora de caça que significa descobrir algo que não é de conhecimento geral. Aparece em diversos outros provérbios, como: "A lebre é de quem levanta e o coelho de quem o mata" ou "Levantas a lebre, para que outrem medre (seja favorecido)".
Um advogado amigo de meu pai ostentava em seu escritório, com destaque, entre diversos diplomas, o que dizia o seguinte: “Diploma de vida. Acostumado a vencer dando murro em ponta de faca”. A máxima causou-me grande impacto, sobretudo porque o protagonista cursara diversas faculdades, inclusive com pós-graduações.